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terra de espíritos

histórias, crônicas e contos

Blog posts : "General"

A Festa dos Bonecos

Por: Antonio Mata.

Noite fria de meio de ano. Já era noite quando trabalhadores retornando para suas casas, sonolentos, cansados da viagem, de pé, …

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O Rato Pobre e o Rato mais Pobre

Por: Antonio Mata:

Já se passaram 2600 anos. A vida que se fez e que se faz em um mundo material com as suas contradições e os seus muitos retratos…

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Últimos Dias a Bordo

Por: Antonio Mata.

Houve geada durante a noite. Logo ao amanhecer começou uma chuva fria que manteve a todos dentro de suas casas. No aeroporto loc…

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Telhado de Vidro

Por: Antonio Mata.

Não foi uma nem duas vezes que médiuns da Terra foram conduzidos à dimensão espiritual para saber de eventuais esclarecimentos. …

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Franklin e suas mulheres

Por: Antonio Mata.

Alguém teve a ideia de fazer blocos de apartamentos de dois ou três andares em terrenos pequenos, onde se costumava construir ca…

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Passa o Café

Por: Antonio Mata

Às vezes as pessoas esquecem do seu passado recente e junto vão também as suas noções de valor. Com coisas que ocorrem dentro de …

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Visitante Desconhecido

Por: Antonio Mata.

Na rua cheia de casas iguais, enfileiradas e pintadas de branco. Sem nenhum movimento e reforçado por conta do sol a pino. Mesmo…

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O Cachorro da Casa do Vizinho

Por: Antonio Mata.

Gostava e guardei na memória. Se havia algo que vi crescer foi aquela ali na esquina, uns dois quarteirões depois de casa. Lá at…

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A Luz, o Breu e o Sonho

Por: Antonio Mata.

Acabou por entreter-se observando um cupinzeiro. Teria pelo menos um metro e vinte, e era um dos menores. Não longe dali, na bei…

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O navegador

Por: Antonio Mata.

Do alto das árvores podia ver os barcos passando, até simples canoas. Uma e outra motorizada e as mais simples impulsionadas por…

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A vila dos lobos

Por: AntonioMata.

Não prestava mais atenção em coisa alguma, não fosse por tropeçar e acabar atirado ao chão. A correria desabalada terminou sem na…

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Recomeçar

Por: Antonio Mata.

O ar era puro e limpo. Nada de certas concentrações de fuligem, poeira e metais pesados. Respirável a plenos pulmões. Pássaros s…

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Katjuk e o urso branco

Por: Antonio Mata.

As águas gélidas permitiam caminhos, passagens congeladas, até chegar em vastas planície tomada de gelo. Caçava focas, sempre at…

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Nuvens sobre a terra

Por: Antonio Mata.

Enorme, seca e invisível mancha circulava e ainda circula. Sofre diluição, um espalhamento tão invisível quanto atuante. Os segr…

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Fenecer

Por: Antonio da Mata.

As coisas de todos os dias, ao longo da vida. Uma sequência de pequenas ações nas quais muito pouco se pensa ou valoriza. Com…

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A morte de Apolônio

Por Antonio Mata:

Inclemente, solitário, duro e seco. Vento não havia nenhum. Não gosta dali. O soprar seco e sem vida por cima dos moribundos, nen…

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Foi só uma confusão

Por: Antonio Mata

Aquele som, um piado, lembraria mais um pássaro. Vagando pelas matas durante o dia, comendo insetos, lagartixas e pequenos roedor…

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Sem saudades

Por: Antonio Mata.

Telas hipnotizam pessoas e hoje se multiplicaram a tal ponto que constituem um problema grande, envolvendo crianças, jovens e ad…

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A paz

Por: Antonio Mata.

O desejo profundo e angustiante era doloroso. Desejo por algo tão comum, tão presente na vida. Nas noites, nos quartos fechados,…

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Final de madrugada

Por: Antonio Mata.

Chovia bastante, entre clarões e estrondos, acordou. Nestes dias estava surgindo uma certa incerteza, um receio, toda vez que …

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